31 julho, 2007
30 julho, 2007
A galera vibra (2)
Não demora muito, alguém joga na rede um videozinho disso aí.
29 julho, 2007
A galera vibra
28 julho, 2007
O relógio marca

Frio, ameaça de chuva, a filha gripada. Mas podemos ir? Sim, quero ir, me leva! Então vamos. Fomos.
Agasalho, pastilha pra garganta, guarda-chuva, partimos.
Metrô. Muita gente entrando de verde e amarelo. Pais, filhos, espíritos desarmados. Chegar ao Maracanã e encontrar tantos e tantas camisas. Passa um com a do Vasco, outro com a do Flamengo. E tricolores, botafoguenses. E não tem briga, não tem clima, o clima é bom. O tempo.
Nublado. Mas a chuva não vem. Entramos. Em cima da hora.
Tempo de encontrar um lugar. Perto da pira, enorme. No meio da multidão. Calor. No gramado, as meninas esquentam a festa. Senta, levanta... quase! E de novo, de novo... até que é falta, é pênalti, é gol. E dois, três, quatro, cinco. E o ouro. E uma alegria imensa.
Fazia tempo.
Foto: Maria Eduarda Mattar
26 julho, 2007
Eu era um lobisomem juvenil
1. Equipamentos da Prefeitura do Rio: 30 ouros! Engenhão: 3 ouros / Riocentro: 8 ouros / Maria Lenk: 12 ouros / Miécimo: 3 ouros / Arena: 4 ourosParece que os Jogos Pan-Americanos são, na verdade, uma competição à parte.
2. Equipamentos Estaduais! Nenhum ouro até aqui.
3. Equipamentos Federais: 3 ouros! Complexo de Deodoro: 1 ouro / Arena de Copacabana: 2 ouros.
4. EQUIPAMENTOS CO-RIO/ODEPA: 1 ouro! Lagoa: 1 ouro.
25 julho, 2007
Excelências
Sr. Presidente, elogio a Mesa pela iniciativa de marcar uma sessão em pleno recesso. Entretanto tenho conhecimento de que já há deputados em visita às suas bases (...), e esta convocação em pleno recesso, infelizmente, pode levar a imprensa a entender que os deputados não querem estar aqui, como se os deputados tivessem atividades apenas no Parlamento. Os deputados desenvolvem atividades também nos seus municípios. Eu, por exemplo, tenho de atender a prefeitos e lideranças de pescadores em Paranaguá e, muitas vezes, no mesmo dia, percorrer mil quilômetros para chegar em Guaíra, município que represento (...). Nós precisamos ter, portanto, pelo menos um período para visitar nossas bases.E prossegue, humildemente:
Quando participamos de sessões plenárias às terças, quartas e quintas-feiras, é porque precisamos de, pelo menos, dois dias para visitar nossos estados e bases. Nós sacrificamos a família e a nossa qualidade de vida, que - verdade seja dita - não temos, para poder atender às lideranças, sindicatos e associações.E termina mudando de idéia em relação à primeira frase do seu pronunciamento:
Por isso manifesto minha insatisfação com a atitude da Mesa em nos convocar em pleno recesso parlamentar, fato que vai gerar na mídia, que já possui uma parcela que sistematicamente se lança contra nós, a idéia de que nós não estamos trabalhando.Por fim, a réplica do presidente, que nessa sessão era Inocêncio Oliveira (PR-PE):
Eu gostaria de informar ao ilustre deputado Takayama que foi aprovada emenda constitucional estabelecendo que o recesso parlamentar começa apenas no dia 18. Nós estamos, portanto, em pleno período normal de sessões.
23 julho, 2007
Perguntas
- O presidente da TAM, Marco Antonio Bologna, anunciou hoje que nenhum avião da empresa vai pousar em Congonhas com chuva enquanto não for feito o grooving (as ranhuras para escoamento de água). Quer dizer então que podia até terça-feira passada?
De acordo com ele, a determinação de não pousar em Congonhas em dia de chuva não foi tomada antes porque o tempo estava seco.
- O primeiro dia de chuva foi 16 de julho, exatamente quando houve o incidente com a aeronave da Pantanal - disse Bologna.
Ah, sei. Será que pensaram: "vamos esperar mais um dia, pra ver o que acontece"?
Aconteceu.
21 julho, 2007
18 julho, 2007
17 julho, 2007
16 julho, 2007
Pianinho
Giorgio Galleano, crítico de música italiano, contou como foi que aconteceu. Keith Jarret, considerado o mestre do piano jazz contemporâneo, veio mais uma vez ao Umbria Jazz Festival e não estava em um bom dia.
Entre as exigências, estava a de um garçom pessoal que não fumasse no mínimo há três meses... No palco, ele abriu o show dizendo que era proibido filmar, fotografar e etc... e chamou os moradores da cidade de palavras pouco doces.Quer saber mais? Veja aqui.
Existem pessoas estranhas nesse mundo.
Escolinha do Professor Zagallo
"Nos propusemos a fazer um trabalho na seleção. A pátria está acima de tudo".Dunga. Quem mais?
Que en paz descanse
14 julho, 2007
Do 4-3-3 ao 190
"Se mexer com nós (sic), nós vamos quebrar pescoço, nós vamos cortar pescoço, nós vamos passar por cima de tudo que é tipo de inimigo nosso."Soldados no Iraque? Traficantes? Mafiosos?
"Todos estão disposto (sic) a tudo: bater, matar, morrer... todos aqui são perigosos, desde que você mexa com a gente."
"Mato, com certeza! Vindo dos caras de lá, vindo dos inimigos, não sinto nada."
"Tomei tiro no braço, mas tá tranqüilo. (...) Se tiver que matar, a gente mata; se tiver que morrer, a gente morre."
Não. Torcidas organizadas.
Estes e muitos outros depoimentos estarrecedores estão nesta reportagem exibida no canal inglês Bravo. Tem mais de 46 minutos, mas vale a pena.
Via Blog do Paulinho.
13 julho, 2007
Barbeiro virtual
Hoje em dia, todo mundo quer ter um home-theater com caixas de som 5.1 (ou mais) para curtir toda aquela imersão sonora que o som espacial permite. Porém existe uma técnica muito ignorada que dá um efeito muito superior, e usando fones de ouvido comuns: o esquema Binaural Recording, ou “gravação bináurea”.Não, não estamos falando daqueles fones multimídia que possuem três conectores estéreo, que são ligados às saídas de uma placa de som 5.1 e que reproduzem todas elas dentro do fone. Nada disso. Estamos falando de você usar fones de ouvido comuns e sentir uma imersão que não deixa nada a desejar ao melhor home-theater em termos de imersão, uma sensação que é simplesmente indescritível.
Pois bem, uma amostra dessa tecnologia é um esquete chamado “Luigi’s Virtual Haircut". É como se você fosse a um barbeiro italiano chamado Luigi, que trabalha com seu assistente, o Manuel. Sim, é em inglês. E é espetacular. Mas você, necessariamente (repito: necessariamente) precisa usar fones de ouvido para perceber as sutilezas.
Via Submusica 2.0.
Utilidade pública
Se quiser consultar, o link é este.
12 julho, 2007
Cinema na praia
Pela internet
É Banda Larga em conexão direta. E o que não falta é diversão.
11 julho, 2007
Are you experienced?
Passagem de ano, 1969 virando 1970. Jimi Hendrix apresenta ao mundo seu novo trio - a estrela emergente Buddy Miles (bateria) e um velho companheiro dos tempos de paraquedismo, Billy Cox (baixo) - e todo um novo repertório com dois shows no Fillmore East, em Nova York.Saudade de boas crônicas sobre o mundo da música! Essa aí de cima você encontra por inteiro aqui. Hendrix, em outros momentos no Fillmore East, aqui.
(...)
Pois bem: durante o primeiro show, Jimi ia se irritando cada vez mais com a carranca de Bill Graham, o dono do Fillmore e um dos mais importantes empreendedores de toda a história do rock. Para Jimi, a expressão azeda de Graham era sinal de aporrinhação à vista. Dito e feito: quando acabou a primeira apresentação, Graham descascou em cima de Jimi, dizendo que aquilo tudo era uma grande merda, que Jimi só fazia rebolar para as menininhas. Tocar, que era bom, nada.
O sangue de Jimi só faltou explodir. Mas ele engoliu a raiva em seco.
Chegou a hora do segundo show. E Jimi parecia colado ao chão. De olhos fechados, pouco se mexendo, ele se atracou com sua Fender branca como se ele e ela fossem uma só coisa. Percorreu galáxias, dimensões, guitarra e ele, e entortou a cabeça da platéia com uma mistura de rock, soul e funk inédita - e transcendental.
Vai das tantas, Jimi fez questão de olhar para Bill Graham. E achou o sujeito no meio da platéia. Dançando feito louco.
Fim do show, o público ainda atônito, Jimi partiu direto para cima de Bill. Cara a cara com ele, cuspiu as palavras: “E aí, filho da puta, que tal?”. Depois, virou as costas, e foi embora.
Bem-vindo ao mundo blogueiro, José Emílio Rondeau!
What?
Abro aspas:
Ontem mesmo a prefeitura do Rio iniciou os estudos com vistas a iniciar imediatamente a construção do CCE-RIO. A idéia básica a ser apresentada ao COB seria: 1) a troca em regime de concessão mútua, do terreno do COB adjunto ao Engenhão, por outro da prefeitura em Vargem Grande. 2) o uso articulado - e imediato - com o Parque Aquático e o Velódromo do PAN que seriam clusters dos esportes relativos. 3) o estímulo para que as Confederações nacionais possam criar em articulação com a Prefeitura do Rio, seus clusters na região; 4) pedir ao COB o projeto básico do CCE-RIO para transformá-lo em projeto executivo e iniciar a orçamentação com vistas a execução. 5) abrir-se aos vetores de patrocínio assim como a investimentos por compensação imobiliária; 6) Articular o CCE com o projeto RIO-2016."Clusters", pois é...
09 julho, 2007
No clima do Pan
Clique na imagem pra ver em tamanho maior!
O COB é de Marte, o Pan é de Vênus
É expressamente proibido transmitir imagens, sons, dados, resultados ou comentários relativos aos Jogos, por qualquer meio, incluindo telefones celulares, modem ou outro dispositivo móvel.E eu me pergunto: em que mundo esse povo vive?
Atualização em 11/07/07: a Cristina Dissat, do Fim de Jogo, lembra aí nos comentários que a própria prefeitura abriu um "blog do Pan". Entrando lá, vemos o seguinte recado: "Este é seu espaço. Textos, imagens, histórias pitorescas, personagens, curiosidades sobre as modalidades esportivas, coisas que você não pode perder neste Pan serão publicadas no blog. Até o final do Pan, nosso blog no ar com uma cobertura diferente".
Ou seja: é o samba do afro-descendente com transtornos mentais.
07 julho, 2007
05 julho, 2007
04 julho, 2007
Segura na mão de deus e vai!
03 julho, 2007
Mínimo multiplo comum
Divirtam-se!