29 setembro, 2007
27 setembro, 2007
25 setembro, 2007
Auto-retrato
De lá pra cá, conforme solicitado:
Sou um burro com vontade de aprender. Meio socrático, meio raul seixas, sei que nada sei e sofro minhas metamorfoses diárias.
Queria tocar baixo, bateria e guitarra. Tive meia-dúzia de aulas de violão quando moleque e parei antes mesmo de aprender. Não toco nada, pois. Mas a música me toca 24 horas por dia.
Adoro fotografia, não sou fotógrafo. Gosto de esporte, faço o que posso. Adoro pintura, não sei pintar. Sou louco por arte e natureza. Sou qualquer coisa que ainda não descobri.
Às vezes abro caminhos, às vezes acerto o passo. Ou tento. No fundo, no fundo, tenho a impressão de que tudo, ao final, vai dar em nada. Nada do que eu pensava encontrar.
Falo com deus por escrito.
Sou um burro com vontade de aprender. Meio socrático, meio raul seixas, sei que nada sei e sofro minhas metamorfoses diárias.
Queria tocar baixo, bateria e guitarra. Tive meia-dúzia de aulas de violão quando moleque e parei antes mesmo de aprender. Não toco nada, pois. Mas a música me toca 24 horas por dia.
Adoro fotografia, não sou fotógrafo. Gosto de esporte, faço o que posso. Adoro pintura, não sei pintar. Sou louco por arte e natureza. Sou qualquer coisa que ainda não descobri.
Às vezes abro caminhos, às vezes acerto o passo. Ou tento. No fundo, no fundo, tenho a impressão de que tudo, ao final, vai dar em nada. Nada do que eu pensava encontrar.
Falo com deus por escrito.
24 setembro, 2007
Buraco negro
Loja de departamentos. Homem é abordado por funcionaria, que pergunta: "O senhor nao gostaria de dar sua opiniao sobre a loja?". Ele: "Minha opinião é péssima. Perdi minha mulher aqui dentro".
"Mãe, mãe"
Quando uma coisa como esta acontece nos dias de hoje (na verdade, seria hediondo em qualquer tempo), é sinal nítido de que a humanidade caminha no sentido errado. E de que às vezes se perde a noção do que é ser humano.
Portadores do vírus HIV, que provoca a aids, estão sendo enterrados vivos por suas próprias famílias em Papua Nova Guiné, afirma uma assistente social do país, no oeste do Oceano Pacífico.
(...)No início do ano, Margaret Marabe, uma conhecida ativista de Papua Nova Guiné, fez uma campanha de conscientização em uma região do país conhecida como Tari.
"Vi três pessoas (serem enterradas vivas) com meus próprios olhos. Quando ficaram muito doentes e as pessoas não podiam mais tomar conta delas, foram enterradas", disse Marabe a jornalistas.
Ela descreveu um episódio em que uma pessoa gritava "mãe, mãe" enquanto a terra era jogada sobre sua cabeça.
Segundo Marabe, os habitantes dos vilarejos disseram que esse tipo de acontecimento era comum.
22 setembro, 2007
21 setembro, 2007
19 setembro, 2007
Byte, coração
Prince of Joy - Estou louco por você, Sweetie. A gente precisa se encontrar de verdade, sair da frente destes computadores.
Sweetie - [risos] Eu também, Prince. Mas temos de dar um jeito nas nossas vidas, nos nossos casamentos. Quero te ver, mas não podemos continuar sustentando relacionamentos fracassados. Eu não suporto mais o meu marido.
Prince of Joy - Sim, claro! Você acha que eu ainda agüento a minha mulher depois de tudo que tenho contado a você durante esse tempo todo? Vamos acabar logo com isso! Mas antes eu preciso te ver, saber como você é de verdade.
Sweetie - Sim, sim, quero muito conhecer você, meu amor. Vamos nos encontrar?
Prince of Joy - Olha, tem restaurante bem pertinho da minha casa... é discreto, a gente vai poder conversar... o nome é XYZ.
Sweetie - Ei! Eu conheço! Moro perto dali também! A gente mora no mesmo bairro!
Prince of Joy - Incrível! Deve ser o destino. [risos]
Sweetie - Acho que sim, querido... aliás, vamos acabar com esses nicks. Meu nome é Sana. E o seu?
Prince of Joy - O meu é Adnan.
Sweetie - Adnan?
Prince of Joy - Ops! Sana?
Sweetie e Prince of Joy - Meu deeeeeeeeeeeeus!
Prince of Joy - Minha mulher!
Sweetie - Meu marido!
Pois é. Aconteceu.
Sweetie - [risos] Eu também, Prince. Mas temos de dar um jeito nas nossas vidas, nos nossos casamentos. Quero te ver, mas não podemos continuar sustentando relacionamentos fracassados. Eu não suporto mais o meu marido.
Prince of Joy - Sim, claro! Você acha que eu ainda agüento a minha mulher depois de tudo que tenho contado a você durante esse tempo todo? Vamos acabar logo com isso! Mas antes eu preciso te ver, saber como você é de verdade.
Sweetie - Sim, sim, quero muito conhecer você, meu amor. Vamos nos encontrar?
Prince of Joy - Olha, tem restaurante bem pertinho da minha casa... é discreto, a gente vai poder conversar... o nome é XYZ.
Sweetie - Ei! Eu conheço! Moro perto dali também! A gente mora no mesmo bairro!
Prince of Joy - Incrível! Deve ser o destino. [risos]
Sweetie - Acho que sim, querido... aliás, vamos acabar com esses nicks. Meu nome é Sana. E o seu?
Prince of Joy - O meu é Adnan.
Sweetie - Adnan?
Prince of Joy - Ops! Sana?
Sweetie e Prince of Joy - Meu deeeeeeeeeeeeus!
Prince of Joy - Minha mulher!
Sweetie - Meu marido!
Pois é. Aconteceu.
18 setembro, 2007
Crime e castigo
Não deixa de ser uma pena alternativa. Nos Estados Unidos, o juiz Paul Sacco arrumou um jeito especial de punir quem incomoda a vizinhança fazendo barulho. Em suas sentenças, ele costuma obrigar os vizinhos barulhentos a ouvir durante uma hora, em alto volume, músicas de Barry Manilow, Carpenters, Dolly Parton e - horror dos horrores - do dinossauro Barney (intérprete do edificante sucesso infantil que diz "amo você/você me ama/somos uma família feliz").
O magistrado defende seus métodos: "Para um sujeito que sai pela cidade ouvindo rap em alto volume, ser forçado a escutar Barry Manilow por uma hora é uma punição terrível".
E parece que dá certo. Segundo o juiz, a reincidência tem sido rara.
E por falar no nefando dinossauro, sua musiquinha adorável ganhou de admiradores mundo afora versões bastante interessantes. Em vez do "I love you/you love me/we're a happy family" do original, há quem prefira cantar "I love you/you love me/let's hang Barney from a tree".
O magistrado defende seus métodos: "Para um sujeito que sai pela cidade ouvindo rap em alto volume, ser forçado a escutar Barry Manilow por uma hora é uma punição terrível".
E parece que dá certo. Segundo o juiz, a reincidência tem sido rara.
E por falar no nefando dinossauro, sua musiquinha adorável ganhou de admiradores mundo afora versões bastante interessantes. Em vez do "I love you/you love me/we're a happy family" do original, há quem prefira cantar "I love you/you love me/let's hang Barney from a tree".
15 setembro, 2007
14 setembro, 2007
A primeira faz tchan...
E já que estamos no terreno da publicidade, aqui vai um anúncio que interessa aos pais - sobretudo ao pai.
Uma cortesia da querida amiga Maria Eduarda Mattar.
Uma cortesia da querida amiga Maria Eduarda Mattar.
13 setembro, 2007
12 setembro, 2007
Mas todos acreditam no futuro da nação
Renan absolvido. Nenhuma surpresa. Só uma incontrolável náusea.
11 setembro, 2007
Autoridades
Em entrevista à Rádio CBN na manhã desta terça-feira, o delegado Rodrigo Oliveira, diretor da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil, disse que o ataque a tiros ao trem que conduzia dois ministros e um secretário estadual, na segunda-feira, foi obra de traficantes desavisados, que não sabiam haver autoridades dentro da composição. Segundo o delegado, se soubessem, os traficantes não dariam os tiros que acertaram o trem e assustaram os passageiros.Uma declaração como essa é a prova incontestável de que às vezes é melhor ficar calado.
Celebridades
Cronistas sem inspiração diante do cadafalso (leia-se: o prazo para entregar o texto) costumam recorrer a um velho truque: escrever sobre... a falta de assunto!
Blogueiros têm um também: reproduzir conteúdo alheio. Portanto, num momento em que este que vos tecla encontra-se vazio de idéias e conteúdo, eis que surge a salvadora e minimalista precisão do Bricabraque:
Blogueiros têm um também: reproduzir conteúdo alheio. Portanto, num momento em que este que vos tecla encontra-se vazio de idéias e conteúdo, eis que surge a salvadora e minimalista precisão do Bricabraque:
O cupim em fase alada, ao buscar a luz das casas para morrer diante do próprio reflexo, faz pensar nas celebridades. É como os chamo, agora.Recomendo a visita.
08 setembro, 2007
05 setembro, 2007
04 setembro, 2007
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Um retrato de como se resolvem as coisas em determinadas regiões do Brasil. Um atestado da promiscuidade entre os donos do dinheiro e os donos do poder.
Neste vídeo, produzido pelo Greenpeace, políticos e fazendeiros de Juína (MT) intimidam e impedem a visita de ambientalistas e repórteres à reserva indígena Enawene Nawe (tribo que habitava originalmente a região).
Beira o surreal ouvir os argumentos de produtores rurais e políticos - capitaneados pelo prefeito do município, Hilton Campos (PR, o antigo PL), que bate na mesa, diz que não vai deixar ninguém chegar até os índios e se declara "em pé-de-guerra". Ameaçam bloquear a estrada e consideram impensável que a imprensa internacional entre em um país democrático para fazer uma reportagem sobre "os nossos índios".
"Porque os índios são nossos!", afirma um dos "proprietários".
Neste vídeo, produzido pelo Greenpeace, políticos e fazendeiros de Juína (MT) intimidam e impedem a visita de ambientalistas e repórteres à reserva indígena Enawene Nawe (tribo que habitava originalmente a região).
Beira o surreal ouvir os argumentos de produtores rurais e políticos - capitaneados pelo prefeito do município, Hilton Campos (PR, o antigo PL), que bate na mesa, diz que não vai deixar ninguém chegar até os índios e se declara "em pé-de-guerra". Ameaçam bloquear a estrada e consideram impensável que a imprensa internacional entre em um país democrático para fazer uma reportagem sobre "os nossos índios".
"Porque os índios são nossos!", afirma um dos "proprietários".
Minha alma canta
A TAM oferece vídeo e áudio a bordo - sim, era um Airbus igualzinho àquele... àquele! -, mas não tem fones disponíveis. "Não embarcaram", lamenta a comissária, e imagino que tenham esquecido de comprar as passagens dos pobres coitados.
Mas não importa. As viagens de ida e volta até foram tranqüilas, e chegar bem é o que de fato interessa, ainda que ouvir uma musiquinha ajude a superar com mais conforto as três horas de vôo.
Procurei não saber nada sobre manetes, spoilers e reversos (às vezes a ignorância é uma benção) e tentei abstrair uma ou outra turbulência. Só fiquei seriamente preocupado quando, ao anunciar os procedimentos de pouso no Rio de Janeiro, o comandante disse: "Tripulação, preparar para a decolagem".
Que bebida será que servem na cabine de comando?
Mas não importa. As viagens de ida e volta até foram tranqüilas, e chegar bem é o que de fato interessa, ainda que ouvir uma musiquinha ajude a superar com mais conforto as três horas de vôo.
Procurei não saber nada sobre manetes, spoilers e reversos (às vezes a ignorância é uma benção) e tentei abstrair uma ou outra turbulência. Só fiquei seriamente preocupado quando, ao anunciar os procedimentos de pouso no Rio de Janeiro, o comandante disse: "Tripulação, preparar para a decolagem".
Que bebida será que servem na cabine de comando?
03 setembro, 2007
02 setembro, 2007
01 setembro, 2007
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