30 junho, 2007
29 junho, 2007
Terror
Do site Ego:
Agora, sem querer dar uma de Xingatório da Imprensa, qual a necessidade dessa observação no meio da frase, como se houvesse uma relação de causa e efeito entre as duas coisas?
A atriz e apresentadora Rosie O'Donnel - mais conhecida no Brasil por seu papel como Betty Rubble, mulher de Barney, no filme "Os Flintstones" - mantém sua fama de polêmica.O grifo é meu.
Depois de discutir em seu antigo programa de televisão com nomes como o empresário Donald Trump, agora o centro da confusão é sua filha. Ou melhor: uma foto de sua filha Vivienne, de quatro anos.
Em seu site oficial, Rosie, que é declaradamente lésbica, publicou fotos da menina vestida como terrorista mirim em um post que chocou não só a mídia americana como os próprios fãs da apresentadora.
Agora, sem querer dar uma de Xingatório da Imprensa, qual a necessidade dessa observação no meio da frase, como se houvesse uma relação de causa e efeito entre as duas coisas?
Ob-la-di, ob-la-da, life goes on...
28 junho, 2007
Joga bonito

Na texto, ainda perguntam: "E o jogo bonito? E a alegria?".
27 junho, 2007
Homo sapiens
A ESPN Brasil está cobrindo a Copa América com um sistema de envio de reportagens via internet. É o mesmo método usado pela maioria dos correspondentes internacionais hoje em dia, que possibilita que arquivos de vídeo sejam transferidos por banda larga.
A economia em relação ao custo das transmissões por satélite é brutal. E pode-se enviar o material a qualquer momento, sem depender de um horário pré-marcado.
O detalhe é que o sistema não funciona se a conexão de internet não for rápida. Quer dizer, até funciona, mas uma reportagem de dois minutos pode levar horas para ser transferida.
A rede sem fio do hotel em que estamos hospedados (o mesmo da Seleção Brasileira) é boa, mas está sobrecarregada. Percebemos, no meio da tarde, que não seria possível enviar a cobertura do dia da Seleção a tempo.
Então fomos atrás de um cibercafé. Encontramos um bem perto do Centro Cívico de Puerto Ordaz, local do credenciamento dos jornalistas que optaram por receber suas credenciais aqui.
Explicamos nossa necessidade (teríamos de usar o nosso próprio equipamento, voltaríamos após o treino da tarde, precisaríamos ficar até bem depois do horário de fechamento da loja), e o dono colocou-se à disposição para nos ajudar.
Enviamos alguma coisa antes do treino, e voltamos no começo da noite, lá pelas 19h30.
Entre a transferência do material da câmera para o computador, a edição, e o envio (em pequenos arquivos, mais leves, para agilizar o processo), ficamos lá por umas 3 horas.
Os clientes chegaram e saíram (a loja fecha habitualmente às 20h00), e nós continuamos por ali, até que não restou ninguém além do dono do estabelecimento, sua mulher, a filha de 4 anos e o filhinho recém-nascido. E nós.
Estávamos preparados para pagar um extra pelo horário, mas, quando terminamos, o rapaz não quis receber nada além do tempo de utilização da rede dele.
Pagamos e perguntamos se podíamos chamar um táxi. Ele disse que não era necessário, que nos levaria de volta ao hotel.
Seguiu-se uma breve discussão, ele querendo ser gentil e nós explicando que já tínhamos sido muito bem atendidos.
A região é muito violenta, ele explicou. Com nossos equipamentos, não chegaríamos ao outro lado da rua. Olhei no relógio, quase 11 da noite. Olhei lá fora, um clima meio sinistro.
Dissemos que aceitaríamos a carona, desde que ele aceitasse que pagássemos o quanto gastaríamos com um táxi.
"Quero atendê-los bem, porque vocês são visitantes. Quero que vocês tenham uma boa imagem da minha cidade, por isso não posso permitir que corram esse risco. O que estou fazendo é uma gentileza. Se aceitar que vocês me paguem, deixará de ser."
A discussão terminou. Dizer o quê?
Entramos no carro. O vídeo-repórter João Castelo Branco, eu, o dono da loja, a mulher, a filha e o filhinho.
Passamos pelo estádio, todo iluminado por canhões de luz que mudam de cor, e a menina ficou maravilhada. Ela nunca tinha visto aquilo.
O passeio já valeu a pena, pensei.
Na porta do hotel, nos despedimos. Agradecemos e prometemos que se a Seleção voltar a jogar em Puerto Ordaz (se for o primeiro de seu grupo e passar pelas quartas-de-final, o Brasil jogará a semifinal aqui), nos veríamos de novo.
Espero que eles tenham chegado bem em casa.
25 junho, 2007
23 junho, 2007
21 junho, 2007
20 junho, 2007
Você acreditaria se...
Acho que Cumpadi Ina deve gostar disto aqui. É uma lista com as piores armas secretas utilizadas por James Bond em todos os tempos, feita pelo pessoal do blog LaCacharrería. Meus preferidos são o sofá carnívoro e a cabine telefônica, que me fazem lembrar muito mais o saudoso e eterno Agente 86. Por sinal, recomendo aos nostálgicos uma visitinha a este site.
18 junho, 2007
Banda larga
Via Ancelmo.com.
Atualização em 27/06/07: na Rádio do Moreno você já pode ouvir a versão final, em estúdio, da música. Cá entre nós, gosto mais da versão "voz-e-violão-na-cozinha".
17 junho, 2007
YMCA
E quando a gente pensa que já viu de tudo nessa vida...
Via Page Not Found.
A sanha bélica dos EUA já desenvolveu armas bastante sofisticadas, que tiveram recentemente no Afeganistão e no Iraque um perfeito campo de provas. Mas, se dependesse do Pentágono, o arsenal americano já contaria com algo bem inusitado: a bomba gay!Eis que então poderia surgir o autêntico Capitão Gay, não é?
Amigos leitores, vocês não leram errado: bomba gay mesmo! Um artefato que planejava transformar combatentes inimigos em homossexuais. O laboratório Wright, do Exército dos EUA, queria US$ 7,5 milhões do governo para desenvolver o projeto.
A proposta, apresentada ao Pentágono em 1994, foi descoberta há três anos por uma associação civil, mas só agora ganhou os holofotes da mídia.
A bomba consistia de um complexo químico poderoso e afrodisíaco que levaria os soldados a ter um "comportamento homossexual" e acabaria minando "o espírito e a disciplina das linhas inimigas". Ou seja, o laboratório acreditava conseguir fazer com que os militares soltassem suas armas e começassem a dançar "YMCA"? Era isso?
Via Page Not Found.
15 junho, 2007
Nossa língua
Na edição de hoje do seu boletim eletrônico (ex-blog é o cacete!), o prefeito do Rio - ou seu ghost-writer autorizado - escreve:
O prefeito do Rio, nas Pirâmides de Teotihuacán, lembra que nesses cinco anos de trabalho foram dois presidentes da República, três ministros dos Esportes, três governadores... e um só prefeito! À prefeitura coube [sic] as responsabilidades fundadoras, constituintes e vertebradoras dos Jogos Pan-Americanos.Vertebrado que sou, dobrei a espinha de tanto rir.
14 junho, 2007
Dá licença, seu juiz
Não sei se foi um frango que ele engoliu, mas o fato é que o pobre goleiro recebeu um chamado da natureza e precisou pedir um tempinho antes de bater o tiro-de-meta. Reparem que no final ele ainda diz que essa não foi a primeira vez.
Via Blog do Paulinho.
Via Blog do Paulinho.
13 junho, 2007
Gozada
Li no G1, agora há pouco:
Se alguém tiver um comentário a fazer sobre o conselho da ministra, pode escrever para gabinete-mtur@turismo.gov.br e, se puder fazer a gentileza, deixar uma cópia aqui.
A ministra do Turismo, Marta Suplicy, sugeriu aos passageiros enfrentar as dificuldades nos aeroportos do país com um velho ditado: "relaxa e goza".Não sei a ilustre ministra, mas não tenho o hábito de relaxar e gozar em aeroportos. Principalmente enquanto discuto no balcão da companhia aérea pra saber por que o avião não saiu na hora marcada nem vai sair tão cedo, por que não existe mais lugar na aeronave ou ainda por que o governo da ilustre ministra não cuida das suas atribuições com um mínimo de decência em vez de ficar gozando com a nossa cara.
O comentário foi feito nesta quarta-feira (13) após o lançamento do Plano Nacional do Turismo, que prevê investimentos de cerca de R$ 984 milhões na promoção interna e externa do Brasil até 2010.
Ao ser perguntada sobre o que dizer aos turistas diante dos recentes problemas nos aeroportos, a ministra, que é sexóloga, afirmou: “Relaxa e goza porque você vai esquecer dos transtornos”.
Se alguém tiver um comentário a fazer sobre o conselho da ministra, pode escrever para gabinete-mtur@turismo.gov.br e, se puder fazer a gentileza, deixar uma cópia aqui.
12 junho, 2007
09 junho, 2007
06 junho, 2007
Fidelidade
Sério, gente. Tô ficando preocupado com o Fidel. Será que ele só tem aquele agasalho Adidas? O pessoal lá da ilha podia fazer uma vaquinha pro comandante, não?
05 junho, 2007
Turismo
O bravo Almirante Nelson, de tantas jornadas de glória, destaca um curioso - diria curiosíssimo - recanto turístico. Nem vou tentar descrever os atrativos da região, já que o grande navegador o faz de forma exemplar. Melhor dar uma passada por lá pra conferir.
Quem?
Está quase terminando o primeiro tempo do amistoso entre Brasil e Turquia. Até aqui, a todo momento, Galvão Bueno se referiu ao meia Bastürk, jogador mais conhecido do time turco, como Yildiray. Cabe lembrar que Galvão narrou a Copa de 2002, quando tivemos duas partidas entre Brasil e Turquia. E Bastürk estava lá.
Não é que seja errado, afinal de contas o nome do rapaz é Yildiray Bastürk. Mas é mais ou menos como se um narrador turco passasse a partida inteira chamando um certo jogador brasileiro de Ricardo.
Em tempo: agora há pouco, talvez cansado de tanta insistência, o sempre atento repórter Tino Marcos explicou que, embora o atleta até seja conhecido na Turquia como Yildiray, o mundo inteiro o chama de Bastürk. A reação de Galvão foi um sonoro "Ahhhhhhhhnnnnnn...".
Deve ter pensado: "Então eles são a mesma pessoa!"
Não é que seja errado, afinal de contas o nome do rapaz é Yildiray Bastürk. Mas é mais ou menos como se um narrador turco passasse a partida inteira chamando um certo jogador brasileiro de Ricardo.
Em tempo: agora há pouco, talvez cansado de tanta insistência, o sempre atento repórter Tino Marcos explicou que, embora o atleta até seja conhecido na Turquia como Yildiray, o mundo inteiro o chama de Bastürk. A reação de Galvão foi um sonoro "Ahhhhhhhhnnnnnn...".
Deve ter pensado: "Então eles são a mesma pessoa!"
04 junho, 2007
Usos da tecnologia
Celular com som de vaca atrai leopardos na Índia
Guardas florestais no oeste da Índia estão usando toques de celular com mugidos de vaca, balidos de cabra e cacarejos de galo para atrair leopardos que se aproximam de povoados humanos.
Os guardas-florestais baixaram uma dúzia de toques de celular com sons de animais para os aparelhos, que são conectados a um alto-falante e presos atrás de uma jaula.
É o que dizem
"O Botafogo (ou o Santos, o Cruzeiro, o Íbis, não importa) tem o ataque mais positivo..."
Se estamos - e estamos - falando de time que faz mais gols, por que essa mania pleonástica de dizer "ataque mais positivo" em vez de "melhor ataque"? Cabe imaginar um "ataque negativo"? Só se fosse especializado em gols contra. Seria preciso montar um time com 11 clones do Júnior Baiano.
Se estamos - e estamos - falando de time que faz mais gols, por que essa mania pleonástica de dizer "ataque mais positivo" em vez de "melhor ataque"? Cabe imaginar um "ataque negativo"? Só se fosse especializado em gols contra. Seria preciso montar um time com 11 clones do Júnior Baiano.
03 junho, 2007
02 junho, 2007
Incompatibilidades
Como o Dia dos Namorados se aproxima, aqui vão algumas dicas para a boa convivência dos casais. Quem sabe o homem ideal encontra a mulher ideal...
Lamento, mas os vídeos são em inglês.
Lamento, mas os vídeos são em inglês.
01 junho, 2007
Sete
Demorei, mas consegui atender o convite que veio do Olimpo:
1) Sete coisas a fazer antes de morrer:
- Um banho; ouvir música; uma taça de vinho; jantar; rir, rir, rir; namorar; apagar a luz; transar.
2) Sete coisas de que mais gosto:
- Natureza; gente; música; arte; livros; alto astral; Baixo Leblon.
3) Sete coisas queodeio não aprecio:
- Perda de tempo (não confundir com fazer nada); canetas sem tampa; meias sem par; louça suja na pia; mau humor; arrogância; gente.
4) Sete coisas que mais digo:
- Falo pouco. Não pode haver nada que eu diga tanto assim.
5) Sete coisas que faço bem:
- Tocar guitarra; cantar; escrever; dançar; contar piadas; brigar; mentir.
6) Sete coisas que não faço:
- Falar "disponibilizar"; falar "caraca"; falar em "restartar a máquina"; falar em "printar um documento"; falar que "o Brasil joga um papel fundamental"; falar que gostaria de "fazer algumas provocações"; falar demais.
7) Sete coisas que me encantam:
- Simpatia; gentileza; bom humor; inteligência; natureza; poesia (lato sensu); música.
8) Sete prazeresfúteis úteis:
- Um poema de Leminski; Elis cantando "Se Eu Quiser Falar com Deus"; Tom Jobim, com "Luíza"; Renato Russo, com "Ainda É Cedo" e "Gimme Shelter"; Cazuza, com "Ritual" e "Só Se For a Dois"; Caetano, com "Qualquer Coisa"; Luis Fernando Veríssimo, com qualquer coisa.
1) Sete coisas a fazer antes de morrer:
- Um banho; ouvir música; uma taça de vinho; jantar; rir, rir, rir; namorar; apagar a luz; transar.
2) Sete coisas de que mais gosto:
- Natureza; gente; música; arte; livros; alto astral; Baixo Leblon.
3) Sete coisas que
- Perda de tempo (não confundir com fazer nada); canetas sem tampa; meias sem par; louça suja na pia; mau humor; arrogância; gente.
4) Sete coisas que mais digo:
- Falo pouco. Não pode haver nada que eu diga tanto assim.
5) Sete coisas que faço bem:
- Tocar guitarra; cantar; escrever; dançar; contar piadas; brigar; mentir.
6) Sete coisas que não faço:
- Falar "disponibilizar"; falar "caraca"; falar em "restartar a máquina"; falar em "printar um documento"; falar que "o Brasil joga um papel fundamental"; falar que gostaria de "fazer algumas provocações"; falar demais.
7) Sete coisas que me encantam:
- Simpatia; gentileza; bom humor; inteligência; natureza; poesia (lato sensu); música.
8) Sete prazeres
- Um poema de Leminski; Elis cantando "Se Eu Quiser Falar com Deus"; Tom Jobim, com "Luíza"; Renato Russo, com "Ainda É Cedo" e "Gimme Shelter"; Cazuza, com "Ritual" e "Só Se For a Dois"; Caetano, com "Qualquer Coisa"; Luis Fernando Veríssimo, com qualquer coisa.
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